“Medina Carreira especializou-se no nicho dos anúncios de terramotos (subseccção terramotos económicos e financeiros). Dos seus inúmeros assentos mediáticos, atira regularmente ao povo ignaro a notícia de que o fim do Mundo está próximo instigando-o a penitenciar-se por ter vivido acima das suas (dele, povo, não das de Medina Carreira) possibilidades.
Agora criticou os
que "mostram a austeridade como um papão", esclarecendo que (parem,
rotativas, suspendam a respiração, redacções: aí vem bitaite!) a ideia de
"excesso de austeridade é uma tontice à portuguesa". Porque, como se
sabe - e, em Portugal, sabem-no bem trabalhadores, desempregados, pensionistas
- a austeridade é como bater com a mão no peito pelos pecados alheios: para os
que não pecaram, nunca é de mais.”
o sempre oportuno, sempre inteligente artigo de Manuel António Pina (Jornal de Notícias de hoje), na íntegra:

Sem comentários:
Enviar um comentário