Manuel, Foi bom recordar estes momentos que parecem tão longínquos. Pela minha parte estes ideais não hão-de morrer. Lutarei sempre! Na última greve só dois, num universo de cento e poucos..., é que fizemos greve.:( Beijinho e obrigada pela sua garra. :)
Ana, a sua atitude só a dignifica -a dos seus colegas é covardia e o velho "arranja-te!", que, há quase duzentos anos (e penso em 1852, quando os portugueses desistiram da revolta liberal e se entregaram nas mãos dos sanguessugas), tem paralisado este país e o entregou à bandidagem.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
A esperança nunca há-de morrer!
ResponderEliminarIsabel, o importante é que lutemos para concretizar a esperança! Boa noite, querida amiga!
ResponderEliminarAmigos, partilho o que escreveram. Devemos lutar sempre para não perdermos os direitos e para sermos tratados com respeito.
ResponderEliminarBeijinhos
Manuel,
ResponderEliminarFoi bom recordar estes momentos que parecem tão longínquos. Pela minha parte estes ideais não hão-de morrer. Lutarei sempre! Na última greve só dois, num universo de cento e poucos..., é que fizemos greve.:(
Beijinho e obrigada pela sua garra. :)
Cláudia, eu sei que a sua palavra é d'oiro: age como pensa. Um grande abraço!
ResponderEliminarAna, a sua atitude só a dignifica -a dos seus colegas é covardia e o velho "arranja-te!", que, há quase duzentos anos (e penso em 1852, quando os portugueses desistiram da revolta liberal e se entregaram nas mãos dos sanguessugas), tem paralisado este país e o entregou à bandidagem.
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