Pois imaginemos que era assim, em 1950, na Guarda: um homem bom diante de um rebelde nato...Já aqui falei do Professor Roxo.
E mais detalhadamente escrevi, em “Memórias, José Régio e Outros Escritores”.
Foi um grande amigo e meu professor/explicador da instrução primária, na Guarda.
O meu Mr. Chips, na humanidade e generosidade e a compreensão da pessoa difícil que sou e já era. Rebelde, avesso a certezas, sempre capaz de sacudir -injustamente- a mão que me ponham em cima. Eu sei.
Há alguns anos, quando estava em Telavive, consegui falar com a sua filha.
Perdi o número de telefone, perdi o contacto.
O Professor Roxo já não é deste mundo: é, agora, amigo dilecto de São Pedro. Tenho a certeza. E vive dentro de mim.
E mais detalhadamente escrevi, em “Memórias, José Régio e Outros Escritores”.
Foi um grande amigo e meu professor/explicador da instrução primária, na Guarda.
O meu Mr. Chips, na humanidade e generosidade e a compreensão da pessoa difícil que sou e já era. Rebelde, avesso a certezas, sempre capaz de sacudir -injustamente- a mão que me ponham em cima. Eu sei.
Há alguns anos, quando estava em Telavive, consegui falar com a sua filha.
Perdi o número de telefone, perdi o contacto.
O Professor Roxo já não é deste mundo: é, agora, amigo dilecto de São Pedro. Tenho a certeza. E vive dentro de mim.
Gostava de voltar a falar dele, com as pessoas dele.
Se algum de vocês, camaradas benevolentes, puder levar-me até à família desse querido e inesquecível companheiro, que, da vida, tanto me ensinou,
bem haja!
Se algum de vocês, camaradas benevolentes, puder levar-me até à família desse querido e inesquecível companheiro, que, da vida, tanto me ensinou,
bem haja!
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