A feira das vaidades...Ia eu a fechar o blog de hoje, quando, prosseguindo a releitura de “O Pintor Manuel Jardim”, como sabemos, o primeiro de três constituintes de ‘Por Obra e Graça’, de Aquilino Ribeiro, se me deparou este brinco, a propósito das dificuldades de Jardim em vencer na vida de artista e da miríade de génios, via láctea lusitana, que nos ilumina de Norte a Sul, sempre a expandir-se, com breve sobressalto no Chiado lisboeta.
Ora aqui está esclarecido o que me pareceu justo e bastante recreativo:
escreve Mestre Aquilino:
‘Manuel Jardim não trabalhava de olhos em Portugal, onde são fáceis de satisfazer as exigências de arte e a individualidade se obtém por meteorização própria ou por meio de cana metida no rabo, a que vêm soprar amigos e confrarias”.
Ora aqui está esclarecido o que me pareceu justo e bastante recreativo:
escreve Mestre Aquilino:
‘Manuel Jardim não trabalhava de olhos em Portugal, onde são fáceis de satisfazer as exigências de arte e a individualidade se obtém por meteorização própria ou por meio de cana metida no rabo, a que vêm soprar amigos e confrarias”.
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