O povo unido jamais será vencido!Há dias, apareceu um título, num jornal:
“A crise do Estado Providência”.
Não, não há nenhuma crise do Estado Providência.
Há a crise do neo-capitalismo, do neo-liberalismo selvagem, que tem uma barreira e a quer abater:
o Estado Providência.
Julgam os galifões que podem continuar a chupar o frango.
O frango és tu e eu –quem anda a ver se vive (hoje: se sobrevive), neste mundo.
Que, realmente, se associou no Estado Providência.
O Estado somos nós –só não sabe quem está a ver se rouba.
O Estado é o Contrato Social, o entendimento entre as pessoas que dividem o mesmo espaço.
Criámos isso porque temos os mesmos direitos e quisemos chegar a um acordo e viver em harmonia.
Isso não serve os esclavagistas: os que querem viver à custa do sangue, do suor e das lágrimas dos que põem a trabalhar para eles.
E que os “escravos” recusem e se organizem estraga-lhes o arranjinho.
E, aflitos, querem derrubar aquilo que lhes condiciona o roubo.
Ora bem..., como diz o Sr. Cara de Anjo, alentejano de gema:
“A crise é deles, e tirem a mão do capote, senão...”
“A crise do Estado Providência”.
Não, não há nenhuma crise do Estado Providência.
Há a crise do neo-capitalismo, do neo-liberalismo selvagem, que tem uma barreira e a quer abater:
o Estado Providência.
Julgam os galifões que podem continuar a chupar o frango.
O frango és tu e eu –quem anda a ver se vive (hoje: se sobrevive), neste mundo.
Que, realmente, se associou no Estado Providência.
O Estado somos nós –só não sabe quem está a ver se rouba.
O Estado é o Contrato Social, o entendimento entre as pessoas que dividem o mesmo espaço.
Criámos isso porque temos os mesmos direitos e quisemos chegar a um acordo e viver em harmonia.
Isso não serve os esclavagistas: os que querem viver à custa do sangue, do suor e das lágrimas dos que põem a trabalhar para eles.
E que os “escravos” recusem e se organizem estraga-lhes o arranjinho.
E, aflitos, querem derrubar aquilo que lhes condiciona o roubo.
Ora bem..., como diz o Sr. Cara de Anjo, alentejano de gema:
“A crise é deles, e tirem a mão do capote, senão...”
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