Aquilino Ribeiro (Sernancelhe, Carregal, 13 de Setembro de 1885-Lisboa, 27 de Maio de 1963)
Las brujas no existen, pero que las hay las hay!..., dizem os espanhóis.
Esta manhãzinha, folheando
um caderno do meu Diário, topei, no dia
28 de Janeiro de 2003, com a passagem de Os
avós dos nossos avós, que voltou a impressionar-me e transcrevi no post
abaixo.
Por que veio Aquilino
ter comigo?
Por que me confiou ele -hoje- as palavras que afloram a poesia, o mistério, o terrível, insuportável e
mudo gelo da solidão humana?
E foi há pouco, graças
ao blog mágico da mágica Livraria Lumière, que soube que passa o cinquentenário da
morte do grande, genial escritor, Mestre entre os Mestres…
Não haverá mais mundos…, pero que los hay los hay!

Querido Manuel, Aquilino merece ser lembrado.
ResponderEliminarÉ um dos grandes escritores portugueses.
Um beijinho.:))
sim, um grande mestre!
ResponderEliminarCoincidências felizes!
ResponderEliminarVou já ler o outro post!
Um beijinho
Querida Cláudia, e a Lumière não cessa de lembrar a grandeza de Aquilino!
ResponderEliminarLuís Eme, neste momento de decadência cultural, de superficialidade, de literatice de feira pobre onde os medíocres se juntam para se interpromoverem e premiarem -raros os que lêem os Mestres e... aprendem a escrever... Um abraço.
ResponderEliminarIsabel, diga-me o que pensou do post... Beijos.
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