Portugal e o seu futuro
O plano de destabilização do país, que este governo sem escrúpulos vai praticando, produz os seus efeitos e faz esquecer o roubo sistemático que este governo pratica, com cortes e impostos que atingem os mais necessitados, mais pobres e mais indefesos.
O capital, os ricaços –a esses, que continuam a encher a
burra, não toca o governo.
O governo caiu como vampiro sobre o pensionistas e os funcionários
públicos; atirou milhares e milhares, milhões de portugueses para o desemprego;
chutou-os para a emigração compulsiva –a todos para a fome.
Incompatibilizou os portugueses: quem trabalha no público é
malandro e goza o que não goza quem trabalha no privado;
os professores -cada vez menos, 1 para 150 alunos, sem
segurança e entregues ao acaso- não ensinam bem e por isso é que ninguém sabe
nada;
os médicos são uns ladrões;
a justiça, uma desgraça.,
a constituição, um disparate, que se dribla, facilmente,
assim, o Tribunal Constitucional é para esquecer ou ignorar…
Etc., etc, etc.
A austeridade é indispensável… a fome, inevitável…, a desertificação
do país, culpa de quem não pesca, não aproveita a agricultura, não
industrializa…
apesar dos conselhos e da ajuda
do governo…
Em Belém, o homem de Boliqueime papa 999 mil euros por ano,
em reformas e etc.; em São Bento, o homem de Massamá está de olho no próximo
emprego na EU ou na ONU… os ministros, idem…
Têm mais dois anos para garantir o futuro, dizem e pensam os do executivo...
Dois uns, três o de Boliqueime.
E até se riem, a dizer que, para os do governo & Cia, são
2 anos e meio...
E o povo amocha, baixa a espinha, resigna-se…
MAS ISTO NÃO PODE CONTINUAR ASSIM!

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