segunda-feira, 27 de maio de 2013

Passam 50 anos sobre a morte de Mestre Aquilino

Aquilino Ribeiro (Sernancelhe, Carregal, 13 de Setembro de 1885-Lisboa, 27 de Maio de 1963)

Las brujas no existen, pero que las hay las hay!..., dizem os espanhóis.

Esta manhãzinha, folheando um caderno do meu Diário, topei, no dia 28 de Janeiro de 2003, com a passagem de Os avós dos nossos avós, que voltou a impressionar-me e transcrevi no post abaixo.

Por que veio Aquilino ter comigo?

Por que me confiou ele -hoje- as palavras que afloram a poesia, o mistério, o terrível, insuportável e mudo gelo da solidão humana?

E foi há pouco, graças ao blog mágico da mágica Livraria Lumière, que soube que passa o cinquentenário da morte do grande, genial escritor, Mestre entre os Mestres…


Não haverá mais mundos…, pero que los hay los hay! 

6 comentários:

  1. Querido Manuel, Aquilino merece ser lembrado.
    É um dos grandes escritores portugueses.

    Um beijinho.:))

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  2. Coincidências felizes!

    Vou já ler o outro post!
    Um beijinho

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  3. Querida Cláudia, e a Lumière não cessa de lembrar a grandeza de Aquilino!

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  4. Luís Eme, neste momento de decadência cultural, de superficialidade, de literatice de feira pobre onde os medíocres se juntam para se interpromoverem e premiarem -raros os que lêem os Mestres e... aprendem a escrever... Um abraço.

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  5. Isabel, diga-me o que pensou do post... Beijos.

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