"O sono do nómada", obra de Henri Rousseau
nem
mais
nem mais uma
palavra
sobre a morte
a não ser que
a palavra
morte
seja aquela que
objectivamente
procuras
para falares
de uma época
de esquecimento
de cegueira
de malvadez
e demência
Américo Rodrigues in o ponto cego, edição | Bosq-íman:os livros;
tiragem 100 exemplares | 140 páginas (exemplares numerados e assinados pelo autor); capa (em cartolina espelhada): Jorge dos Reis e Américo Rodrigues; impressão: Oficinas de São Miguel | Guarda

Infelizmente essa é a verdade! Estamos numa época em que parece que morreram todos os valores e só sobreviveu a ganância de alguns.
ResponderEliminarBom fim-de-semana (de Outono, em vez de Primavera!)
Um poema tão interessante e tão actual.
ResponderEliminarUma tiragem de 100 exemplares, que pena.
Beijinho. :)
Isabel e Ana, Américo Rodrigues é um poeta do nosso tempo, generoso, inteligente e com arte de primeira água!
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