quinta-feira, 12 de julho de 2012

O amor e a morte




“Dizem que o amor morre entre duas pessoas. É falso. Não morre. Deixa uma pessoa, vai-se embora, se a pessoa não é bastante boa, bastante digna. Não morre; a pessoa é que morre. É como o oceano: se não fores bom, se começares a cheirar mal dentro dele, ele cospe-te para morreres noutra parte.”

William Faulkner, in Palmeiras Bravas, tradução de Jorge de Sena, Livros de Bolso, Portugália Editora. s.d.

2 comentários:

  1. Dá que pensar... Obra a ler um dia, quem sabe.

    ResponderEliminar
  2. Cláudia, eis um romance admirável. Vai direito ao âmago das almas e não se perde em tretas literatas. Um abraço.

    ResponderEliminar