“Dizem
que o amor morre entre duas pessoas. É falso. Não morre. Deixa uma pessoa,
vai-se embora, se a pessoa não é bastante boa, bastante digna. Não morre; a
pessoa é que morre. É como o oceano: se não fores bom, se começares a cheirar
mal dentro dele, ele cospe-te para morreres noutra parte.”
William Faulkner, in Palmeiras Bravas, tradução de Jorge de
Sena, Livros de Bolso, Portugália Editora. s.d.

Dá que pensar... Obra a ler um dia, quem sabe.
ResponderEliminarCláudia, eis um romance admirável. Vai direito ao âmago das almas e não se perde em tretas literatas. Um abraço.
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