sexta-feira, 20 de julho de 2012

Janela aberta para Sherwood Anderson

Sherwood Anderson 


Venho acrescentar à notícia que aqui trouxe a semana passada breves linhas talvez capazes de iluminarem um pouco o grande escritor: a dedicatória de Cidade de Estranhos (“Winesburg, Ohio, a Group of Tales of Ohio Small-Town Life”):

“À memória de minha mãe
Emma Smith Anderson

cujas lúcidas observações sobre a vida que nos rodeava despertaram, em mim, o desejo de compreender aquilo que existe debaixo da superfície das vidas, dedico este livro”


E, também, acrescento esta nota de Francis Scott Fitzgerald sobre quem foi um dos seus reconhecidos mestres:


“…exprimir os movimentos de alma quase imperceptíveis, matéria favorita de Anderson…” (carta de Fitzgerald a Maxwel Perkins, datada de 20/02/1926)

Deixo-vos ainda uma pista para encontrar o livro e o perfil do mesmo.

p.s. dando voltas à nossa biblioteca, verifiquei que a versão da obra na língua original (in A Signet Book, published by The New American Library, 1956) me foi oferecida, em Agosto de 1956, na Granja, pelo meu velho amigo, João Alfredo de Sá Pessoa, hoje, professor universitário, em Fortaleza, Brasil.

O livro:
  

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