sábado, 28 de dezembro de 2013

A morte do artista: a morte do artesão: a obra sem alma -ou o triunfo da máquina capitalista, da máquina de fazer dinheiro, sobre o Homem, à custa do Homem, transformado em peça desse monstro que lança "produtos" nos "mercados"!

"As mãos que são a nossa alma feita carne", Georges Rodenbach***, citado por Afonso Duarte, no preciso opúsculo Barros de Coimbra, Lumen, Empresa Internacional Editora, 1925 



***http://en.wikipedia.org/wiki/Georges_Rodenbach

2 comentários:

  1. Manuel, o ser humano não percebe que está a cavar a sua própria campa?
    Tem tanta "fome" de "evolução", necessidade de se sentir competitivo... Mas será que é feliz? Não me parece! Quanto mais avança mais quer avançar até que ele próprio jánem sabe muito bem com que objectivo!
    Vai-se perdendo a identidade, a essência, a cultura, as raízes...
    Pobre ser humano...



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  2. Cláudia, essa que enuncia é a tragédia ou o fim de uma civilização que, de facto, se mata a si própria. Um beijo grande.

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