A morte do artista: a morte do artesão: a obra sem alma -ou o triunfo da máquina capitalista, da máquina de fazer dinheiro, sobre o Homem, à custa do Homem, transformado em peça desse monstro que lança "produtos" nos "mercados"!
"As mãos que são a nossa alma feita carne", Georges Rodenbach***, citado por Afonso Duarte, no preciso opúsculo Barros de Coimbra, Lumen, Empresa Internacional Editora, 1925
Manuel, o ser humano não percebe que está a cavar a sua própria campa? Tem tanta "fome" de "evolução", necessidade de se sentir competitivo... Mas será que é feliz? Não me parece! Quanto mais avança mais quer avançar até que ele próprio jánem sabe muito bem com que objectivo! Vai-se perdendo a identidade, a essência, a cultura, as raízes... Pobre ser humano...
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Manuel, o ser humano não percebe que está a cavar a sua própria campa?
ResponderEliminarTem tanta "fome" de "evolução", necessidade de se sentir competitivo... Mas será que é feliz? Não me parece! Quanto mais avança mais quer avançar até que ele próprio jánem sabe muito bem com que objectivo!
Vai-se perdendo a identidade, a essência, a cultura, as raízes...
Pobre ser humano...
Cláudia, essa que enuncia é a tragédia ou o fim de uma civilização que, de facto, se mata a si própria. Um beijo grande.
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