Saltando a anedota
feliz sobre a tragédia social que vivemos, objectos que somos nas mãos de
carrascos sem limites morais -retomo o livro de Teixeira de Pascoaes que tenho
citado (O bailado): abre assim:
“Desejei falar de mim, neste livro, redigir uma espécie de Memórias.
Fui escrevendo, escrevendo… Falei dos
outros, afinal. Mas quem somos nós senão os outros? Um homem é todos os homens
que passaram por ele nesta vida e todas as coisas que viu. Nós somos o núcleo
sensível e consciente duma turba…”

Sem comentários:
Enviar um comentário