terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Branquinho da Fonseca volta a Israel


Branquinho da Fonseca (1905-1974)

Em 2009, a Editora Maba, de Telavive, publicou duas novelas de Branquinho da Fonseca, O Barão e Rio Turvo, com um Posfácio meu, e traduzidos, para o hebraico, por Dalit Lahav.

Agora, a revista Mitan, ligada à Sociedade de Autores de Israel, publicou As Mão Frias, conto de Branquinho da Fonseca incluído no volume intitulado Rio Turvo (1ª edição, Editorial Inquérito, 1945), mais uma vez traduzido por Dalit Lahav e acompanhado de um texto meu sobre o autor.

Aquele que considero um dos melhores novelistas de língua portuguesa reafirma a sua presença na língua bíblica e num país onde a Cultura ocupa o primeiro lugar.

Sem o entusiasmo e o amor à Literatura Portuguesa, cultivados por Dalit Lahav, dedicada lusófona, nada se poderia ter feito.

Branquinho da Fonseca -hoje, praticamente ignorado, entre nós, triste, vergonhoso sinal de um momento marcado pela vulgaridade e o canibalismo literato- é um grande escritor contemporâneo.



E O Barão, Rio Turvo, As Mãos Frias fazem parte do que de melhor, de superior, de magistral tem a nossa ficção narrativa.




Capa da revista Mitan, onde vem publicado As Mãos Frias, conto de Branquinho da Fonseca

4 comentários:

  1. Isabel, foi e é uma coisa que me enche de alegria: Branquinho da Fonseca estimado e admirado num país de ponta, onde a Cultura se respeita muito. Boa noite, amiga!

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  2. Muito interessante, desconhecia.
    Boa noite!

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  3. Ana, é sempre importante chegar a ser traduzido para a língua da Bíblia e num país com a riqueza Cultural de Israel. Um abraço!

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