Manuel, Começo por agradecer o seu contributo tão pertinente. Quanto ao sebastianismo, ele é a nossa saudade, a nossa esperança, a nossa utopia. Não vou avaliar D. Sebastião nem os seus ideais, não importa o que ele foi ou era, importa que a esperança nasce de algo que é o espesso nevoeiro. Sou otimista. Quero que no fundo do túnel apareça uma luz, quero alguma esperança mesmo que morra a alegria e a tristeza me assalte. E assalta muitas vezes. Quero pensar que a desumanidade imposta por estes governantes a seu tempo será substituída e que a democracia vença as vicissitudes que se têm encontrado neste Portugal demo_crático: sem rumo. Agradeço a sua participação. Beijinhos. :))
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
O maravilhoso, suave, luminoso Camille Pissarro! Bom dia!
ResponderEliminarTão bonita toda a pintura!
ResponderEliminarBoa noite!
Manuel,
ResponderEliminarComeço por agradecer o seu contributo tão pertinente.
Quanto ao sebastianismo, ele é a nossa saudade, a nossa esperança, a nossa utopia. Não vou avaliar D. Sebastião nem os seus ideais, não importa o que ele foi ou era, importa que a esperança nasce de algo que é o espesso nevoeiro.
Sou otimista. Quero que no fundo do túnel apareça uma luz, quero alguma esperança mesmo que morra a alegria e a tristeza me assalte. E assalta muitas vezes.
Quero pensar que a desumanidade imposta por estes governantes a seu tempo será substituída e que a democracia vença as vicissitudes que se têm encontrado neste Portugal demo_crático: sem rumo.
Agradeço a sua participação. Beijinhos. :))