Veneza, Canale Grande, fotos monstruosamente reais.
A praga do nosso tempo, o turismo, sem rei nem roque e comandado
pela ganância, assalta a cidade dos doges, pérola única. E, em plena crise, as
autoridades hesitam: tudo vale, desde que se faça dinheiro. E tudo mesmo: até
aquilo que representa uma forma de suicídio, de assassínio do ambiente, da
beleza, do viver humanamente… Veneza é (era?) uma das raras cidades humanas do
mundo.
http://www3.lastampa.it/costume/sezioni/articolo/lstp/463975/
http://www3.lastampa.it/costume/sezioni/articolo/lstp/463975/



Que horror!!!!
ResponderEliminarInfelizmente isto acontece por quase todo o mundo. É uma pena, sobretudo para quem apenas pode viajar nesta altura do ano.
Margarida, a Veneza do nosso tempo já lá vai...
ResponderEliminarÀs vezes penso -e a morte do Aldo ajudou a isso- que tivemos a grande sorte de viver o fim de uma época extraordinária: em Veneza e em Itália. O capitalismo financeiro ainda não se impusera com a ferocidade que se impôs a partir dos anos 90.
Veneza já era, no entanto, um lugar para visitar entre Novembro e Maio...
Mas a viagem, cara menina, depende sempre dos olhos do viajante -que podem, ou não, descobrir e reanimar as coisas.
é verdade, Mestre!!
ResponderEliminarMas tu tens olhos de águia boa, com grande coração!
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