A chinesa obrigada a abortar, com o feto ao lado
Numa província da
China, as autoridades obrigaram uma mulher, grávida de sete meses, a abortar.
Motivo?
Na China, é proibido ter
mais que um filho.
A China não quer que a
demografia galope e prejudique o seu (vertiginoso) crescimento económico.
O poder central, apesar
disso, reagiu e, além de criticar (não sei se castigou ou castigará) as
autoridades dessa província, decidiu dar, à mãe abortada, uma indeminização de
7000 e alguns euros.
Um economista chinês
comentou:
-Realmente, a
restrição deixou de ter sentido. Podemos avançar para dois filhos. Há cada vez
menos chineses e a mão-de-obra vai ficar mais cara e a produção vai baixar.
Em suma: os filhos e
filhas não dependem do amor dos pais: destinam-se a ser peças da grande máquina
da produção chinesa; peças da Grande China imperial.
O amor, o afecto, os
sentimentos –não contam… e não devem ser levados em conta.
Eis um dos aspectos do
mundo em que vivemos…
Vale a pena viver assim?
p.s. adivinhando a
volta que alguns tentarão dar ao que escrevi, sublinho o seguinte: sou a favor
da liberalização do aborto, mas o que aconteceu na China não tem nada a ver com
isso. Entendidos?

Assim, não é viver! Mas, no mundo actual, o que é viver? Cada vez mais, assistimos à desumanização da sociedade...
ResponderEliminarbeijinhos tristes
Nem tenho palavras...
ResponderEliminarLuísa, no mundo actual há uma forte razão para viver:cabe-nos impedir que se viva como se vive.
ResponderEliminarCoragem! Um beijo.
Ana, há quatro palavras: "Saiam daqui seus ladrões!"
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