Em tempo de estertor da ética, de medo ao ideal, de vulgarização da vida, aqui deixo, um pouco constrangido, como se certas palavras devessem ser ouvidas ou lidas, religiosamente, a recato, longe de olhos que as possam macular,
trago este versículo d’ A Imitação de Cristo, obrinha iluminada, maravilhosa, que um fradinho, que ninguém sabe ao certo quem era, escreveu, há setecentos anos:
‘Ó fraqueza, ó negligência do nosso viver que tão depressa apagou o antigo fervor! Tudo, agora, cansa a nossa covardia e nos torna a vida aborrecida”.
trago este versículo d’ A Imitação de Cristo, obrinha iluminada, maravilhosa, que um fradinho, que ninguém sabe ao certo quem era, escreveu, há setecentos anos:
‘Ó fraqueza, ó negligência do nosso viver que tão depressa apagou o antigo fervor! Tudo, agora, cansa a nossa covardia e nos torna a vida aborrecida”.
Sem comentários:
Enviar um comentário