quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O homem cheio de nada



E disse ainda o “recandidato” que nem se pode imaginar o que seria do nosso país, não fossem os “avisos” dele...

Quais avisos?...

Nenhuns. Nada: o vazio. A banalidade. O oportunismo. A incapacidade de juntar duas letras.

É como o sapo doutor que inchou até rebentar.

ATENÇÃO: este aguentará a pé firme, a declamar lugares-comuns, se não o mandarmos de volta para Boliqueime, nas próximas eleições.

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