Quadro de Egon Schiele (1890-1918)O comentário generoso e imerecido, da amiga Claudia Coelho Rodrigues, via Facebook, à minha nota de hoje no Jornal de Notícias, “Um pioneiro da novela psicológica”, aqui reproduzida abaixo,
levou-me a repensar as ligações familiares de Sá-Carneiro a que se ativeram muitos -futurismo, arte-nova, etc., em suma, a sua época-, e se ativeram demasiado, talvez, esquecendo o parentesco com outro mestre, Dostoievski, este na descida aos abismos do homem, onde tudo se revolve, perturba, indefine, e o bem e o mal dificilmente se destrinçam...
e veio-me à ideia Egon Schiele (1890-1918) e a sua, dele, sexualidade, sensuliadade complexa, ambígua, turva...
túrbida –tal qual túrbidos são os romances de... Dostoievski...
levou-me a repensar as ligações familiares de Sá-Carneiro a que se ativeram muitos -futurismo, arte-nova, etc., em suma, a sua época-, e se ativeram demasiado, talvez, esquecendo o parentesco com outro mestre, Dostoievski, este na descida aos abismos do homem, onde tudo se revolve, perturba, indefine, e o bem e o mal dificilmente se destrinçam...
e veio-me à ideia Egon Schiele (1890-1918) e a sua, dele, sexualidade, sensuliadade complexa, ambígua, turva...
túrbida –tal qual túrbidos são os romances de... Dostoievski...
É muito bom, quando um amigo (uma amiga) dialoga connosco, nos obriga a arriscarmo-nos a pensar.
Bem haja Claudia!
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