Toca a vender tudo que a mama acaba em Novembro 2015...
Não vou condenar nenhum
daqueles que se diz estarem implicados
na imensa vigarice do inconcebível gold
visa, e, em breve (?), serão submetidos a juízo.
Respeito um princípio que,
infelizmente, quase por regra, se desrespeita em Portugal:
ao juiz cabe condenar o
arguido, inocente até que se prove a sua culpa.
Mas há um réu cuja
culpa, evidentíssima, justifica -mais que justificar, impõe- imediata condenação:
o governo.
Aplicado na venda de
todas as fontes de lucro para o Estado, decidiu, agora, vender as terras de
Portugal.
Basta-lhe gastar meio
milhão de euros, em terrenos portugueses (mesmo as casas arrastam consigo
terrenos e há casas dentro de terrenos enormes…), para que o estrangeiro goze de um especial gold visa.
Depois, fará o que entender, tomará posse de outros bens de terra alheia.
Bens dos
que não têm casas, nem dinheiro para as comprar ou alugar, nem trabalho, nem, dinheiro para sobreviver -os que estão à rasca (e são milhões) e precisam de dinheiro: entregam, por tuta e meia, o que ainda tiverem.
Já se venderam entre
1000 a 2000 golds visa.
Já se vendeu a nossa
terra.
Em breve deixará de ser
nossa.
E isso é criminoso: é roubar, aos cidadãos, a terra em que nasceram.

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