Todos nós conhecemos a frase castelhana:
“não acredito em bruxas mas que há, há!”
Pouco tempo passou
desde que me interroguei, neste blogue, sobre a morte, a realidade da morte, e lembrei a presença de Aldo Zari no meu
espírito, na minha alma.
Hoje, abri, ao acaso,
o eterno Le Petit Prince, de Antoine
de Saint-Exupéry, e saltou lá de dentro -lá o guardara- o postal do grande
pintor.
“VE 12-11-2000
CARO MANUEL:
MI HÁ FATTO TANTO TANTO PIACERE LA TUA TELEFONATA.
COME HAI SENTIDO IO STÒ BENE E SONO ABBASTANZA IMPEGNATO,
ANCHE SE NON PROPRIAMENTE NEL MIO CAMPO.
ACCETO LE COSE CHE VENGANO… SONO QUELLE CHE SONO
CONCESSE DAL DESTINO.
PRIMA O POI CI VEDREMO?
SPERAMO DI SI!
T’INVIO I MIEI PIÙ CARI SALUTI.
SALUTAMI MARIA, GUI E DIOGO.
COM LA VERA AMICIZIA A TI ABBRACIO.
ALDO”
Nunca mais
voltaríamos a ver-nos, adiávamos sempre, e a nossa separação física remontava a
1985.
Hoje, dia 12 de
Novembro de 2014, reencontrei o postal datado do dia 12 de Novembro de
2000.
Acaso? Mero acaso?
Ou foi Aldo que bateu à porta da saudade?
Poderia dizer:


Eu não acredito em bruxas, mas acredito que alguma coisa superior faz essas coisas acontecerem. De alguma maneira o Manuel continua ligado ao seu amigo e ele lá onde está sabe disso...
ResponderEliminarAcredito nisso...
Um beijinho grande :)
ResponderEliminarQue lindo Manuel Poppe!!abs