“Talvez me engane, mas
acredito que se conhece uma pessoa pelo riso; que, se, no primeiro encontro, um
desconhecido ri de uma maneira agradável é porque o seu fundo é bom.”
É interessante pensar nisso. Há pessoas que têm uma gargalhada agradável de ouvir e a de outras é agressiva. Hoje em dia as pessoas riem tão pouco. Lembro-me assim de repente da gargalhada franca e sonora de uma conhecida minha. É uma pessoa bem disposta, tem um riso simpático e é uma boa pessoa. Se calhar Dostoievski tem alguma razão. UM beijinho
Já li este livro há muitos anos. Fiquei com a ideia de um inferno em que nunca se podia estar só e não me lembrava desta frase. Tenho de voltar a ler o livro.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Tem de ser um sorriso franco...
ResponderEliminarAssim como o olhar!
Grande autor...
Um xi-coração apertado!!
É interessante pensar nisso.
ResponderEliminarHá pessoas que têm uma gargalhada agradável de ouvir e a de outras é agressiva.
Hoje em dia as pessoas riem tão pouco. Lembro-me assim de repente da gargalhada franca e sonora de uma conhecida minha. É uma pessoa bem disposta, tem um riso simpático e é uma boa pessoa.
Se calhar Dostoievski tem alguma razão.
UM beijinho
Cláudia, Ele, Dostoievski, nunca falha! Grande abraço!
ResponderEliminarIsabel, hoje em dia as pessoas riem pouco... tem razão, Isabel: a desumanidade e o egoísmo são os "valores" de uma sociedade suicida.
ResponderEliminarJá li este livro há muitos anos. Fiquei com a ideia de um inferno em que nunca se podia estar só e não me lembrava desta frase. Tenho de voltar a ler o livro.
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