(…)
Chamaste-me
amor perfeito,
Coisa
que a terra não cria!
Amor
perfeito é um só,
Filho
da Virgem Maria!
No
ventre da Virgem pura
Incarnou
divina graça:
Entrou
e saiu por Ela
Como
o sol pela vidraça.
(…)
(Freineda: Guarda)
Transcrito por Afonso
Duarte in Ciclo do Natal na Literatura
Oral Portuguesa, Barcelos, 1936

Lindo.
ResponderEliminarUm bom domingo