E lá vamos nós ao contrário, a voltar a 1910...
O que acontece em
Portugal não é a quebra de auto-estima, é a indignação perante o desastre
governativo
Dois factos marcam o
nosso quotidiano:
o aumento imparável do
desemprego
o aumento imparável da
emigração.
Não se trata de uma
crise de quebra da auto-estima que assolou os portugueses –trata-se das terríveis
consequências de um mau governo.
No que diz respeito ao
desemprego, trata-se das vendas ao desbarato dos bens do Estado, do
despedimento dos funcionários públicos, da facilitação do despedimento no
privado, do colapso da PME… etc. e muito e tal…
E, no que diz respeito
à saída constante de milhares de portugueses qualificados, trata-se de um
compreensível movimento de rejeição de uma realidade que indigna e revolta: não
oferecer o país condições para trabalhar, para desenvolver e enriquecer as qualidades
profissionais.
Deixem-se de tretas e
de conversinhas a ver se a gente não repara –é má política, é péssimo
jornalismo, sobretudo de jornalismo independente (se é que o há)!
Olhem a realidade de
frente.
Não foi a auto-estima
que quebrou: foi a vida digna, o direito ao trabalho, ao ensino, à saúde.
Cada dia mais Portugal
se torna num país onde é um calvário viver.

De acordo, completamente...
ResponderEliminarNem mais.
ResponderEliminarBom dia!