Eusébio, aos 17 anos (?)
O Sport Lisboa e
Benfica (SLB) ganhou duas taças de Campeão da Europa (1961 e 1962).
Graças a Eusébio; graças a uma equipa em que não havia um único jogador estrangeiro; graças a um grande
treinador, Bela Guttmann*, a quem o Pantera
Negra ficou grato para toda a vida.
Essa amizade deu origem
a um acontecimento extraordinário, fantástico, inexplicável: aqui vo-lo deixo
tal qual o li num jornal desportivo de referência (A Bola…?, provavelmente, sim).
Há tempos, Eusébio
deslocou-se com o SLB a Viena.
Bela Guttmann morrera já há alguns anos e Eusébio quis ir depositar flores na sua campa.
Deu voltas e voltas ao
cemitério, não deu com o túmulo.
Nem ele, nem o coveiro.
Chegada a hora de
fechar teve de sair. Mas não desistiu.
Na rua, seguiu o
muro do cemitério -como se esperasse um sinal.
E ele veio: a um dado momento, sentiu qualquer coisa, estacou e afirmou, categórico:
“-Ele está ali, do lado
de lá do muro!”
Saltou o muro e, metros
adiante, encontrou o túmulo do amigo morto.
Não ia sozinho, há uma testemunha cujo nome esqueci.
***
Os espanhóis dizem:
“-Las brujas? Si, si…
fantasía..”
E logo acrescentam:
“-Pero que las hay!”
Quem foi bela Guttman:
http://en.wikipedia.org/wiki/B%C3%A9la_Guttmann


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