terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A Hora



Esta é a hora -da unidade.

É urgente que isso aconteça!

É o que pede o povo, pobre, humilhado, ofendido, atirado para o desemprego, para a fome, para a miséria.

Excluído.

E se esses partidos da dita esquerda, se consideram defensores da sociedade, da igualdade, da fraternidade, da solidariedade, toca-lhes, mais que nunca, quando o país é roubado, destruído, atirado para o fundo -UNIREM-SE.

Não quero, nem ninguém acredita nisso, papinhas de aveia: centros direita.

Quero, queremos o povo no poder, através de políticos a sério.

Não de políticos saídos das escolas para políticos.

Políticos somos todos nós, que pertencemos à polis, à cidade, à Nação.

Queremos os políticos em que votamos, conhecendo-os.

Aqueles que falam connosco.

E não os que andam pelos corredores da Assembleia a dar ao rabo, todos bem pagos e a julgarem-se importantes e, depois, a mamarem nos restaurantes do bairro -São Bento- ou no especial restaurante, a baixo preço (quem paga é o contribuinte) que já floresce na Assembleia da República.

Este ano é decisivo.

Este e mais meio é o tempo que tem a Pandilha do Passos, com a bênção do Cavaco, para acabar de esfolar o país.

É agora que a esquerda -TODA A ESQUERDA- se deve unir, para evitar o Apocalipse.

O fim ou a escravatura de um país -o nosso.

Ou, então, o  que vamos deixar que façam de nós?

Ou, então, o que vamos deixar aos nossos filhos e aos nossos netos?

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