Esta é a hora -da unidade.
É urgente que isso aconteça!
É o que pede o povo,
pobre, humilhado, ofendido, atirado para o desemprego, para a fome, para a
miséria.
Excluído.
E se esses partidos da
dita esquerda, se consideram defensores da sociedade, da igualdade, da fraternidade,
da solidariedade, toca-lhes, mais que nunca, quando o país é roubado, destruído,
atirado para o fundo -UNIREM-SE.
Não quero, nem ninguém
acredita nisso, papinhas de aveia: centros direita.
Quero, queremos o povo
no poder, através de políticos a sério.
Não de políticos saídos
das escolas para políticos.
Políticos somos todos nós,
que pertencemos à polis, à cidade, à
Nação.
Queremos os políticos
em que votamos, conhecendo-os.
Aqueles que falam
connosco.
E não os que andam
pelos corredores da Assembleia a dar ao rabo, todos bem pagos e a julgarem-se importantes
e, depois, a mamarem nos restaurantes do bairro -São Bento- ou no especial
restaurante, a baixo preço (quem paga é o contribuinte) que já floresce na
Assembleia da República.
Este ano é decisivo.
Este e mais meio é o
tempo que tem a Pandilha do Passos,
com a bênção do Cavaco, para acabar de esfolar o país.
É agora que a esquerda -TODA A ESQUERDA- se
deve unir, para evitar o Apocalipse.
O fim ou a escravatura
de um país -o nosso.
Ou, então, o que vamos deixar que façam de nós?
Ou, então, o que vamos deixar aos nossos filhos e aos nossos netos?

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