"O dia da ansiedade", óleo de Giorgio de Chirico
“Só
os mortos não voltam. Dava tudo no mundo para os tornar a ver, e não há
lágrimas no mundo que os façam ressuscitar.”
Raul Brandão in Memórias, 1º Volume, p.12, Edição da
“Renascença Portuguesa”, Porto, 1919

Como é verdade... Faltam tantos já!
ResponderEliminarTemos esse sentimento sempre em relação a alguém. Eu dava tudo para voltar a ver e abraçar o meu pai.
ResponderEliminarUm beijinho grande :)
Nada mais apropriado, depois do dia de ontem!
ResponderEliminarEstas memórias são do melhor que já se publicou. E, de uma beleza enorme...
Beijinho.
ResponderEliminarIsabel, é assim. Um beijo.
ResponderEliminarCláudia, foi muito emocionante. Quanto ao enorme Raul Brandão; é um dos grandes escritores portugueses que há muito leio e releio -e que descobri sozinho, na Biblioteca Municipal da Guarda, aí por 1953... Um beijo.
ResponderEliminarAna, Muito obrigado.
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