Campo dè Fiori, símbolo de liberdade, de libertariedade, lugar onde o horizonte
pertence a cada um, o voo d’alma se impõe à inacção e ao medo, à prudência e à
indiferença, ao egoísmo e ao quotidiano embalsamado; a praça de Roma onde a
Inquisição mandou queimar Giordano Bruno, culpado de pensar por si, onde, junto
à estátua que recorda Bruno, Alberto Moravia leu a oração fúnebre de Pier Paolo
Pasolini –espaço onde a juventude
contesta a a vida-morta e busca os caminhos da vida-viva
sábado, 13 de outubro de 2012
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