“Ouvindo as conversas de café ou os programas de rádio matutinos, verificamos que não é da política que os franceses estão fartos mas, sim, dos políticos. Um afastamento que se liga ao comportamento daqueles que elegeram e de quem esperavam dedicação, coragem e probidade.
[Os franceses querem] que os eleitos, não concebam os seus mandatos como mera fonte de rendimentos (...).
A coragem política implica que o eleito não se considere ao serviço de um clã.
A probidade legitima os sacrifícios pedidos ao povo. Os franceses não esperam que os seus representantes sejam perfeitos ou infalíveis. O que querem, muito simplesmente, é que os eleitos os não considerem imbecis.”
Rama Yade, vice-presidente do Partido radical, in Le Monde, 07/01/12

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