Há pessoas que eu imagino descansem na eternidade.
Durmam na eternidade.
Tranquilos.
Durante a vida, honraram aquilo que diz o puríssimo Manuel Bernardes, porque também eles foram puros e verdadeiros, tal qual Ferré e Zari:
“As obras a que falta a pureza de intenção recta parecem-se com moeda falsa, ou que tem liga. Pelo cunho correm, e muitos se enganam; pelo metal não têm valor intrínseco. Daqui vem que não servem para comerciar com Deus, e comprar-lhe o Céu; porque este Senhor não pode ser enganado.”
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