'Dia de Outono', 1879, óleo de Isaac Levitan (1860-1900)
“A curva de uma certa estrada entre vinhas dava-me tanto gosto! Vê-la do meu ponto de mira, era o mesmo que ajudar à criação de um mundo de formas... Inaplicadas, certamente, apenas interessantes pela força de não sei que arrebatamento gratuito do espírito... Apenas belas!”
Irene Lisboa, in Apontamentos, 2ª edição, Editorial Presença, Lisboa, 1998
Boa noite Manuel
ResponderEliminarcontinuo sem conseguir deixar comentários, no que está para trás. Quando tento abrir os "Comentários", fica apenas uma página em branco.
Não sei se continua a ser do meu computador, ou se tem a ver com os blogues.
Espero que isto volte ao normal...
Um beijinho
Quantas curvas encontramos tão bem povoadas pela nossa vida?!
ResponderEliminarGostei muito deste post.
Beijo
Sãos as curvas. da vida. Que se saboreiam a cada passo.
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