António NobreANTO
Caprichos de lilás, febres esguias,
Enlevos de Ópio –Íris-abandono...
Saudades de luar, timbres de Outono...
Cristal de essências langues, fugidias...
O pajem débil das ternuras de cetim,
O friorento das carícias magoadas;
O príncipe das Ilhas transtornadas-
Senhor feudal das Torres de marfim...
Lisboa 1915 –fevereiro 14
Enlevos de Ópio –Íris-abandono...
Saudades de luar, timbres de Outono...
Cristal de essências langues, fugidias...
O pajem débil das ternuras de cetim,
O friorento das carícias magoadas;
O príncipe das Ilhas transtornadas-
Senhor feudal das Torres de marfim...
Lisboa 1915 –fevereiro 14
Tão bonito Manuel Poppe! :)
ResponderEliminarAna, já notou, certamente, na afinidades profundas que há entre Nobre e Sá-Carneiro. Duas almas que andaram por cá e noutros mundos.
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