domingo, 4 de setembro de 2011

Fala a língua que aprendeste no berço!

A nossa língua!


Vou partilhar a entrevista de Edite Estrela, no Diário de Notícias.


Diz coisas muito verdadeiras.


E, mais uma vez, vou escrever: recuso o “Acordo (quem é que acordou?!) Ortográfico”.


A minha língua é a que me faz falar: comigo e com os outros.


Nem a Inglaterra, nem a França, nem a Espanha (haverá mais) cederam, adaptando a língua a outros povos que a falam.


Se o fizermos, perde-se a raiz.


E é mau para todos: para nós e para os outros.


Sou de Sá de Miranda; de Manuel Bernardes, de Camilo; de António Nobre; de João de Deus; de Aquilino; de Tomaz de Figueiredo; de Afonso Duarte, de Irene Lisboa, de Eugénio de Andrade, de Agustina, de Alexandre O’Neill –dos que me ensinaram a minha língua.


Repito: só morto é que me roubam a língua!

E tudo porque meia dúzia de catatuas e catateus andaram a “pensar” pelas "universidades"...


NÃO!



2 comentários:

  1. É um assunto que também me custa aceitar. Todavia, ao longo dos tempos houve sempre reajustamentos na língua. Será que ela não tem que evoluir?
    Não creio que venha a melhorar mas...
    Abraço!

    ResponderEliminar
  2. Volta para trás! Imbeciliza! O povo fala a sua língua e ninguém o levará a falar outra!

    ResponderEliminar