Vou partilhar a entrevista de Edite Estrela, no Diário de Notícias.
Diz coisas muito verdadeiras.
E, mais uma vez, vou escrever: recuso o “Acordo (quem é que acordou?!) Ortográfico”.
A minha língua é a que me faz falar: comigo e com os outros.
Nem a Inglaterra, nem a França, nem a Espanha (haverá mais) cederam, adaptando a língua a outros povos que a falam.
Se o fizermos, perde-se a raiz.
E é mau para todos: para nós e para os outros.
Sou de Sá de Miranda; de Manuel Bernardes, de Camilo; de António Nobre; de João de Deus; de Aquilino; de Tomaz de Figueiredo; de Afonso Duarte, de Irene Lisboa, de Eugénio de Andrade, de Agustina, de Alexandre O’Neill –dos que me ensinaram a minha língua.
Repito: só morto é que me roubam a língua!
E tudo porque meia dúzia de catatuas e catateus andaram a “pensar” pelas "universidades"...
E tudo porque meia dúzia de catatuas e catateus andaram a “pensar” pelas "universidades"...
NÃO!
É um assunto que também me custa aceitar. Todavia, ao longo dos tempos houve sempre reajustamentos na língua. Será que ela não tem que evoluir?
ResponderEliminarNão creio que venha a melhorar mas...
Abraço!
Volta para trás! Imbeciliza! O povo fala a sua língua e ninguém o levará a falar outra!
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