
“Julgo que não se deve escrever senão quando o que queremos comunicar é tão forte que não nos deixa em paz até o expressarmos. Todos os outros motivos (a vaidade e, sobretudo, o repugnante desejo de dinheiro)... destroem a sinceridade e a dignidade da escrita.”
Tolstoi, em carta a Leónidas Andreiev, de Novembro de 1907
O apelo da palavra que se encontra perdida e quer forçosamente ser encontrada.
ResponderEliminarMuito verdadeira esta ideia.
Abraço.
Olá Manuel,
ResponderEliminarNós fazemos a escolha, compramos e lê-mos o que queremos.
Não somos obrigados a ler o que não queremos, felizmente!
Um grande abraço
Blue
Malabarismo e vaidade na escrita?
ResponderEliminarNão me lembro de nenhum escritor em particular.
Tolstoi era uma personagem intrigante. Gostei dos livros que li dele. Porém, houve alguns que não consegui. Não terá usado também de vaidade?
Todo o artista, escritor, pintor, etc. é vaidoso!
Vaidade? Ou necessidade? A escrita pode ser tão libertadora, tão cúmplice e companheira...
ResponderEliminarBeijinhos
Ana, se não se lembra é porque tem a sorte de não perder tempo com os milhares de páginas iníteis que enchem as livrarias, tabacarias e escaparates das grandes superfícies...
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