terça-feira, 13 de setembro de 2011

Quando escrever não é malabarismo e vaidade


“Julgo que não se deve escrever senão quando o que queremos comunicar é tão forte que não nos deixa em paz até o expressarmos. Todos os outros motivos (a vaidade e, sobretudo, o repugnante desejo de dinheiro)... destroem a sinceridade e a dignidade da escrita.”


Tolstoi, em carta a Leónidas Andreiev, de Novembro de 1907

5 comentários:

  1. O apelo da palavra que se encontra perdida e quer forçosamente ser encontrada.
    Muito verdadeira esta ideia.
    Abraço.

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  2. Olá Manuel,

    Nós fazemos a escolha, compramos e lê-mos o que queremos.
    Não somos obrigados a ler o que não queremos, felizmente!

    Um grande abraço

    Blue

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  3. Malabarismo e vaidade na escrita?
    Não me lembro de nenhum escritor em particular.
    Tolstoi era uma personagem intrigante. Gostei dos livros que li dele. Porém, houve alguns que não consegui. Não terá usado também de vaidade?
    Todo o artista, escritor, pintor, etc. é vaidoso!

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  4. Vaidade? Ou necessidade? A escrita pode ser tão libertadora, tão cúmplice e companheira...

    Beijinhos

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  5. Ana, se não se lembra é porque tem a sorte de não perder tempo com os milhares de páginas iníteis que enchem as livrarias, tabacarias e escaparates das grandes superfícies...

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