Obra de Antonello da Messina (1430-1479)
Foi no Journal de André Gide, meu livro de
cabeceira há muitos anos, que encontrei:
“Obra
de arte. A maioria há-de ser, sempre, mais sensível ao tamanho de um diamante
do que à pureza da sua água.”
Edição da Bibliothèque de la
Pléiade, Gallimard, 1997, p.504

Manuel, infelizmente não posso deixar de concordar com
ResponderEliminarA. Gide! O ser humano continua e há-de continuar a deslumbra-se com o vil metal...
Quanto a Antonello da Messina, simplesmente genial.
Um beijinho e uma excelente semana.:))
Cláudia, sim, é lindo! E essencial... Já uma vez aqui o sublinhei: é a simplicidade que revela a profundidade. Um beijo.
ResponderEliminarCláudia, sim, é lindo! E essencial... Já uma vez aqui o sublinhei: é a simplicidade que revela a profundidade. Um beijo.
ResponderEliminarA pintura é muito linda.
ResponderEliminarO brilho espalhafatoso vale mais que a essência, para muita gente.
Um beijinho e continuação de uma boa semana:)