segunda-feira, 2 de março de 2015

O génio e a essencialidade


Obra de Antonello da Messina (1430-1479)



Foi no Journal de André Gide, meu livro de cabeceira há muitos anos, que encontrei:

“Obra de arte. A maioria há-de ser, sempre, mais sensível ao tamanho de um diamante do que à pureza da sua água.”


Edição da Bibliothèque de la Pléiade, Gallimard, 1997, p.504

4 comentários:

  1. Manuel, infelizmente não posso deixar de concordar com
    A. Gide! O ser humano continua e há-de continuar a deslumbra-se com o vil metal...
    Quanto a Antonello da Messina, simplesmente genial.

    Um beijinho e uma excelente semana.:))

    ResponderEliminar
  2. Cláudia, sim, é lindo! E essencial... Já uma vez aqui o sublinhei: é a simplicidade que revela a profundidade. Um beijo.

    ResponderEliminar
  3. Cláudia, sim, é lindo! E essencial... Já uma vez aqui o sublinhei: é a simplicidade que revela a profundidade. Um beijo.

    ResponderEliminar
  4. A pintura é muito linda.

    O brilho espalhafatoso vale mais que a essência, para muita gente.

    Um beijinho e continuação de uma boa semana:)

    ResponderEliminar