quarta-feira, 25 de março de 2015

A poesia vive dentro do poeta e a ele toca-lhe abrir a porta por onde ela há-de sair

Capa do número 1 de Orpheu


Em 1915, por este mês, saiu o primeiro exemplar de Orpheu.

E eis que topo, na reedição das Edições Ática, 1959, esta frase-epígrafe do ensaio de Maria Aliete Dores Galhoz, esta frase genial e que ela foi buscar a Mário de Sá Carneiro:


“Porque eu não creio ter descoberto a minha arte. Apenas a reedifiquei.”


Mário de Sá-Carneiro, por Almada Negreiros

2 comentários:

  1. E ainda bem que a abre... ficamos todos a lucrar!
    Orpheu - uma excelente publicação!

    Um beijinho.:))

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  2. Querida Cláudia, e talvez só pela poesia encontre o homem o caminho que o liberte das grilhetas da sociedade que nos afoga. Não a fugir ou a esquecer o crime organizado em curso: para o denunciar e expulsar!

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