"Retrato de mulher de perfil", óleo sobre madeira, 1493-1495, Leonardo Da Vinci
Segundo muitos, Leonardo Da Vinci deixou uma obra artística
relativamente curta.
E há quem o justifique evocando a sua obsessão da perfeição.
A mim me parece que Da Vinci acabou prisioneiro da sua
extraordinária “mão direita”, que tudo aprendera, que tudo podia fazer, sem grande ou nenhum esforço...
...que podia desenhar mesmo aquilo a que ele, dentro de si, não apontava.
Quero eu dizer: a luta desesperada contra a própria
facilidade condicionou-o, limitou-o:
nesse combate gastou ele demasiado e precioso tempo.

Talvez o número não seja fundamental neste caso. Os génios são génios, prescindem da abundância numérica. Dominam a proporção e é quanto basta.
ResponderEliminarTalvez... mas o drama viveu-o e sofreu-o ele...
ResponderEliminarTalvez... mas o drama viveu-o e sofreu-o ele...
ResponderEliminarA obsessão pela perfeição.
ResponderEliminarMuito interessante.
Beijinho.:))
Ana, é isso mesmo -e prejudicou-o, não tenha dúvidas. Um beijo.
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