segunda-feira, 16 de março de 2015

O combate de Leonardo Da Vinci


"Retrato de mulher de perfil", óleo sobre madeira, 1493-1495, Leonardo Da Vinci


Segundo muitos, Leonardo Da Vinci deixou uma obra artística relativamente curta.

E há quem o justifique evocando a sua obsessão da perfeição.

A mim me parece que Da Vinci acabou prisioneiro da sua extraordinária “mão direita”, que tudo aprendera, que tudo podia fazer, sem grande ou nenhum esforço...

...que podia desenhar mesmo aquilo a que ele, dentro de si, não apontava.

Quero eu dizer: a luta desesperada contra a própria facilidade condicionou-o, limitou-o: nesse combate gastou ele demasiado e precioso tempo.  

5 comentários:

  1. Talvez o número não seja fundamental neste caso. Os génios são génios, prescindem da abundância numérica. Dominam a proporção e é quanto basta.

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  2. Talvez... mas o drama viveu-o e sofreu-o ele...

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  3. Talvez... mas o drama viveu-o e sofreu-o ele...

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  4. A obsessão pela perfeição.
    Muito interessante.
    Beijinho.:))

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  5. Ana, é isso mesmo -e prejudicou-o, não tenha dúvidas. Um beijo.

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