As árvores são uns seres extraordinários, como tão bem as diz António Gedeão no seu poema, " As árvores crescem sós e a sós florescem (...) virtude vegetal viver a sós e entretanto dar flores".
E gosto delas no poema e na sua verdade vegetal de raízes e ramos como braços; porque até mortas são lindas. E a beleza faz falta aos homens.
Mas nos museus lamento-as e sinto-lhes o desalento de liberdade que já foi.
Isabel, é um artista que admiro muito e que conheço muito bem. Passámos um mês em Veneza (1976) ano em que, pela primeira vez, Portugal teve direito a um pavilhão na Bienal de Arte.
Isabel, é um artista que admiro muito e que conheço muito bem. Passámos um mês em Veneza (1976) ano em que, pela primeira vez, Portugal teve direito a um pavilhão na Bienal de Arte.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Interessante...assim uma espécie de natureza aprisionada, para ficar ali para sempre. Gosto especialmente daquelas "raízes", quase flores.
ResponderEliminarUm beijinho:)
As árvores são uns seres extraordinários, como tão bem as diz António Gedeão no seu poema, " As árvores crescem sós e a sós florescem (...) virtude vegetal viver a sós e entretanto dar flores".
ResponderEliminarE gosto delas no poema e na sua verdade vegetal de raízes e ramos como braços; porque até mortas são lindas. E a beleza faz falta aos homens.
Mas nos museus lamento-as e sinto-lhes o desalento de liberdade que já foi.
Isabel, é um artista que admiro muito e que conheço muito bem. Passámos um mês em Veneza (1976) ano em que, pela primeira vez, Portugal teve direito a um pavilhão na Bienal de Arte.
ResponderEliminarbea: mesmo o campo é cada vez menos, em Portugal, terra de árvores...
ResponderEliminarbea: mesmo o campo é cada vez menos, em Portugal, terra de árvores...
ResponderEliminarIsabel, é um artista que admiro muito e que conheço muito bem. Passámos um mês em Veneza (1976) ano em que, pela primeira vez, Portugal teve direito a um pavilhão na Bienal de Arte.
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