É com muito prazer que vos dou a notícia da leitura do meu
monólogo, publicado em 30 exemplares e fora do mercado: Mariana e o Outro
História do amor de uma freira Portuguesa. Américo Rodrigues e Suzete Marques
vão ler o texto e trazer a público as duas personagens: Mariana Alcoforado e
Noel Bouton, Conde de Saint-Léger. Fica, pois, nas melhores mãos.
Notícia:
O Teatro do CalaFrio vai realizar um ciclo de actividades culturais e artísticas intitulado CONTRADIZER. A primeira sessão decorrerá na Guarda, no dia 23 de Outubro, pelas 21.30 horas, e dela fará parte a leitura encenada de "Mariana e o Outro. História do amor de uma freira Portuguesa", de Manuel Poppe, assim apresentada pelo seu autor:
"Ouvida a amante, que se oiça o amante:
Mariana Alcoforado, freira do Convento de São Francisco, em Beja, amou Noel Boutin de Chamilly, conde de Saint-Léger, oficial vindo, com outros militares, mandados por Luís XIV, a fim de apoiarem Portugal na guerra de independência contra a Espanha. Essa paixão acontece e precipita-se em 1666.
De Mariana ficaram as famosas e belíssimas cartas -“Lettres Portugaise”, mundialmente admiradas-, enviadas a Noel, que regressara à pátria.
O que sentiu ele e como explicou o nascimento e a morte da relação proibida? Eis a resposta, em 1668 –dois anos depois, na sua casa de França.
Aqui vo-la deixo, obviamente, imaginada por mim."
O Teatro do CalaFrio vai realizar um ciclo de actividades culturais e artísticas intitulado CONTRADIZER. A primeira sessão decorrerá na Guarda, no dia 23 de Outubro, pelas 21.30 horas, e dela fará parte a leitura encenada de "Mariana e o Outro. História do amor de uma freira Portuguesa", de Manuel Poppe, assim apresentada pelo seu autor:
"Ouvida a amante, que se oiça o amante:
Mariana Alcoforado, freira do Convento de São Francisco, em Beja, amou Noel Boutin de Chamilly, conde de Saint-Léger, oficial vindo, com outros militares, mandados por Luís XIV, a fim de apoiarem Portugal na guerra de independência contra a Espanha. Essa paixão acontece e precipita-se em 1666.
De Mariana ficaram as famosas e belíssimas cartas -“Lettres Portugaise”, mundialmente admiradas-, enviadas a Noel, que regressara à pátria.
O que sentiu ele e como explicou o nascimento e a morte da relação proibida? Eis a resposta, em 1668 –dois anos depois, na sua casa de França.
Aqui vo-la deixo, obviamente, imaginada por mim."

Que maravilha!
ResponderEliminarQuem me dera poder assistir!
Fico muito feliz que essa leitura encenada vá acontecer, que bom!
Um beijinho e votos de um bom fim-de-semana :)
Infelizmente não poderei assistir porque a Maria João é operada no próximo dia 14 e a convalescença não vai ser de um dia para o outro. Muito obrigado pelas suas palavras, Isabel.
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