Obra de Georges Braque
LIVRE
Não
há machado que corte
a
raiz ao pensamento.
Cancioneiro
Popular
Não há machado que
corte
a raiz ao pensamento:
Não há morte para o
vento,
não há morte.
Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe
é querida,
sem razão seria a vida,
sem razão.
Nada apaga a luz que
vive
num amor, num
pensamento,
porque é livre como o
vento,
porque é livre.
Carlos de Oliveira in Poesias, Portugália Editora, 1962

Felizmente!
ResponderEliminarUma liberdade em que ninguém pode tocar!
A prepotência da "tirania em democracia" leva à luta. De facto, as pombas são livres e ninguém nos pode tirar esse voo.
ResponderEliminarSempre atento e acutilante, bravo.
Beijinho.
Isabel, assim mesmo! um bj.
ResponderEliminarAna, obrigado, bjs.
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