segunda-feira, 29 de julho de 2013

Les parapluies de Cherbourg (1964) é um dos mais belos e emocionantes filmes da Jacques Démy (1931-1990) e é, com certeza uma das histórias de amor mais apaixonantes do cinema. Obra-prima? De um certo ponto de vista- da qualidade da música (Michel Legrand) e do canto. da qualidade da cor e da consequente beleza das imagens, do sentido do essencial, da simplicidade que conduz ao sublime, da mestria dos actores- é, sem dúvida. Revi-o, ontem, 50 anos passados, depois de, mais de uma vez, o ir admirar à saudosa salinha de projeção do saudoso cinema Império, em Lisboa. E voltou a comover-me. Trata-se de uma obra que atravessou a minha vida.

2 comentários:

  1. Estive a ver o vídeo e gostei.
    Não conheço o filme e nem me lembro de alguma vez ter ouvido falar dele.

    Desejo-lhe um bom começo de semana!
    Bom dia!

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  2. Isabel, revi o filme na ARTE. Não creio que ande por cá à venda. É pena. Bjs.

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