Desde Janeiro de 1975 que sou cliente do signor Silvano Rossi, na Torre della Scimmia, Via dei Portoghesi... o ajudante, Pepino, já se aposentou e vive algures, nos abruzzi... Reencontrámo-nos -Silvano e eu- há duas semanas... e foi a festa que calculam...
sábado, 3 de novembro de 2012
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Deve ter sido uma alegria, reencontrar um amigo que não se vê há muitos anos.
ResponderEliminarQue encontro lindo Manoel, foi bom te ver de novo por aqui, mesmo por foto.
ResponderEliminarbjs
Isabel, não tanto tempo... cerca de três anos... Volto a Roma com uma certa frequência, desde que de lá saí. Mas foi, de facto, emocionante!
ResponderEliminarAmigas do Vurdóns: olá! Das queridas amigas é que tenho muitas saudades! Voltem!!! E obrigado pelas palavras! Beijos mil!
ResponderEliminarUma amizade para toda a vida!!
ResponderEliminarBonito de se ver...
e depois almoçar na campana ou nalguma outra trattoria da zona.
ResponderEliminarCaro Patrício Branco, vejo que conhece a zona... Está bastante mudada, ainda que a Campana lá continue e o Umberto, o empregado meio alcoólico meio poeta, a motoguzzi, morreu há alguns anos... Exiatiu, também o Piemontese, morreu ele e a mulher, comia-se divimamente, a bagna cauda... Na Piazza delle Copelle, mantém-se o Da Mario, mas sem o dono, que o coração traiu: ficou a viúva e o filho. A Navonna sofreu um assalto de consumismo grosseiro para turistas que nada têm a ver com o Manuel Teixeira-Gomes... No Campo dè Fiori ainda está o Farnese e a enteca Reggio, a da Roberta... e o Giordano Bruno, claro... O Instituto dos Portugueses acinzentou, de sacristia e mediocridade... A tudo sobrevive, porém Roma e o centro histórico, onde o ghetto desafia os séculos, com o excelente Piperno...
ResponderEliminarCaro MP. Bonito o seu guia, mostra conhecimento mas tambem amor sincero pela cidade e pessoas, não só sitios. A Campana é o unico que conheço, lá estive há uns 6 anos. Tambem estive na Enoteca Capranica, com design, mas gostei, da comida e das paredes transformadas em estantes de vinhos de alto abaixo.
ResponderEliminarCaro Patrício, não posso recordar Roma, Itália senão com amor, vivi lá os melhores anos da minha vida! 15, em plena juventude/maturidade! Um abraço!
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