"O mar e um veleiro", 1876-1890, óleo de Arkhip Kuinji (1842-1910)
“Ah! Meus amigos, os ideais bastam para viver! (…) Sem ideias é que não é viver. Porque só as distâncias fazem os caminhos e a beleza das paisagens. Quem não sabe viver ou morrer por um ideal, não é digno de nenhum triunfo. Eu tenho momentos de cansaço e quase de desalento, por vezes (um desalento que a mim próprio nego), mas é um cansaço de pormenores. No horizonte a estrela tem sempre o mesmo brilho e envia-me sempre o mesmo apelo.”
Branquinho da Fonseca
in Rio Turvo, 3ª edição, Portugália
Editora, Lisboa, 1969
Tão bonito! Tão poético!!
ResponderEliminarTanta beleza nestas palavras...
Branquinho da Fonseca é ímpar.
é curioso, comecei a este livro agora, uma das primeiras edições, da Inquérito.
ResponderEliminarchamou-me a atenção o título.
É verdade, Cláudia! Um grande abraço!
ResponderEliminarMuito lindo.
ResponderEliminar(faltou o ler... Manuel)
ResponderEliminarLuís, certamente, já notou a grande qualidade do B da F, e, no entanto, ninguém fala nela... O mesmo sucede com a prosa de Régio, com Tomaz de Figueiredo... com um romance muito importante -até histórica e socialmente importante- "Pântano" de João Gaspar Simões... É a lei da feira das vaidades literatas... Se vier para mais recente, veja que já enterraram Graça Pina de Morais, Bernardo Santareno, Abelaira, o próprio Carlos de Oliveira... E quem lembra a sério Manuel da Fonseca?
ResponderEliminarIsabel, as viagens batem à sua porta, Isabel! A viagem é o viajante, mas ela ajuda a fazer-se o viajente...
ResponderEliminar*viajante
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