Feodor Dostoievski (12/11/1821/28/01/1881)
Luísa Amaral, através
do Facebook, lembra, com um excelente post: hoje faz anos Feodor Dostoievski,
o Mestrão, diria eu!
Não me lembra quem o disse,
mas disse certo: “A todos os psiquiatras e psicólogos do mundo, para entender a
alma, prefiro os romances de Dostoievski!”.
Se o não conheces, o
que duvido, pelo menos já ouviste o seu nome, trata de o ler –e a verdade é que
nunca mais o esquecerás.
Influenciou gerações de
escritores, em Portugal, de Raul Brandão a Agustina, passando pela geração da presença, em que João Gaspar Simões, no
nº6 da revista (18/Julho/1927), magistralmente, o divulga.
Aliás, nos romances e
contos de João Gaspar Simões, obras de muita qualidade, absurdamente
esquecidas, o grande russo, o Mestrão
está nos bastidores.
A título de
curiosidade: a primeira pessoa que, em Portugal, escreve sobre a obra-prima Crime e Castigo é Maria Amália Vaz de
Carvalho, no ano de 1890.

Confirmo, continua vivíssimo!!
ResponderEliminarUm grande e excelente autor.
Beijinhos.:))
Cláudia, é um Mestre! E, realmente, ao relê-lo, porque já o releio, fico de boca aberta: é inigualável é inultrapassável. Há uma novelinha dele que é obra-prima: "Está Morta", foi publicado nos cadernos da velha Inquérito e traduzida por João Gaspar Simões. Não sei se há outra edição em português. Há uma muito boa, como a nossa, em francês: "La Douce", em Actes Sud, Babel. Tem muito bom gosto, querida Amiga!
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