Estou a sabê-lo em primeira mão. Vi algumas telas ao vivo e é mesmo invulgar, de uma beleza por vezes aterradora.
Há telas que gosto mas algumas fazem-me muita impressão. Falta-lhe a latinidade... A verdade é que ele conseguia captar a alma humana, se isto for de algum modo possível.
Num momento em que parece tão difícil, se não impossível, “dizer” alguma coisa nova, em pintura, Lucian Freud fala uma linguagem própria e, por isso, acrescenta qualquer coisa ao milenário diálogo artístico. É impressionante.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Estou a sabê-lo em primeira mão.
ResponderEliminarVi algumas telas ao vivo e é mesmo invulgar, de uma beleza por vezes aterradora.
Há telas que gosto mas algumas fazem-me muita impressão. Falta-lhe a latinidade...
A verdade é que ele conseguia captar a alma humana, se isto for de algum modo possível.
Bom dia!:)
Interessante a pintura.
ResponderEliminarNum momento em que parece tão difícil, se não impossível, “dizer” alguma coisa nova, em pintura, Lucian Freud fala uma linguagem própria e, por isso, acrescenta qualquer coisa ao milenário diálogo artístico. É impressionante.
ResponderEliminarUm pintor até ao fim...
ResponderEliminarUm abraço
Blue