quarta-feira, 15 de junho de 2011

Contas mal feitas... e memória que não pode enterrar-se...

Auschwitz, 1945

Enganei-me nos cálculos: foi há 66 anos e não a 60 nem a 63, que as tropas aliadas entraram nos campos de concentração nazis e libertaram o que restava de judeus ali prisioneiros, torturados e à espera de vez nos fornos crematórios.


Chapéus há muitos, dizia Vasco Santana; erros de aritmética, ainda mais...


Crimes como os que perpetrou a Alemanha, nos dez anos em que se deixou conduzir por Hitler, desses, há poucos, na História da Humanidade.


É banditismo raro, que faria inveja à Inquisição.


E corrijo a data. Gostaria de ajudar a corrigir a tendência –também imperdoável- para o esquecimento do holocausto

4 comentários:

  1. Olá Manuel,

    Não existe o esquecimento do Holocausto.
    Penso eu?!!?

    Um abraço

    Blue

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  2. Gostei destas postagens a lembrar o horror para que este não se volte a repetir!

    Já tenho acentos, Uf!
    Abraço.

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  3. Caro Manuel, bem mais de 1/2 milhão de ciganos foram motos e infelizmente em quase todos os textos que lemos não os vemos citados.
    Chamado de Porrajmos - a grande devoração, que para os dessa etnia ainda se apresenta em textos e ações até hoje.

    Infelizmente muitos fazem questão de esconder e tentar sumir com essa parte negra da história, infelizmente nossas memórias são curtas e convenientes para tragédias alheias.
    Estuda-se a possibilidade de não entrar mais nos livros de história da Inglaterra - por exemplo e nos países Islâmicos existe uma forte tendência a sequer falar do assunto, ficção americana, como dizem.

    com carinho,

    Cozinha dos Vurdóns

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  4. blueangel e Ana, infelizmente o antisemitismo e o esquecimento do holocausto crescem...

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